Mohamed Lamine Kourouma
Este relato realça o impacto positivo que a informação pré-diálise pode ter na otimização da gestão da doença renal em fase terminal. Esta pode assumir a forma de 'escolha do doente' do método de diálise. Ao mesmo tempo, constatamos a falta de visibilidade da diálise peritoneal. Este estudo vem na sequência de um certo número de aprendizagens que tive ao longo da minha vida profissional em vários hospitais e associações. Nos meus 'países', a Guiné e a Costa do Marfim, a hemodiálise é a principal opção terapêutica. A abundância de tratamentos disponíveis em França abre caminho à 'escolha'. Por isso, é necessário informar as pessoas para que possam adaptar o seu tratamento e, assim, ter uma influência 'positiva' na qualidade de vida do doente. Tornar este mecanismo 'ágil' deve ser um desafio permanente para cada Centro de Nefrologia. E deve também 'lutar' para o melhorar, acompanhando a evolução das abordagens terapêuticas da doença renal em fase terminal.